Notícia
30 de abril de 2025
Verde Alagoas é a única com outorga e tratamento completo de água na região urbana da Zona da Mata e Litoral Norte
Uso de poços sem autorização é infração ambiental e a água sem tratamento pode causar sérios riscos à saúde da população
Perfurar poços para extração de água subterrânea ou operá-los sem a devida outorga é uma infração ambiental de acordo com a Lei nº 5.965/97, que estabelece a Política Estadual de Recursos Hídricos em Alagoas. Essa prática, além de ilegal, compromete a gestão sustentável da água e representa um grave risco à saúde pública, sobretudo quando a água captada não passa por nenhum processo de tratamento e controle sanitário.
Apenas no estado de Alagoas, dezenas de poços são perfurados de forma irregular todos os anos, especialmente em áreas urbanas, onde a fiscalização é mais complexa. Entretanto, é fundamental destacar que, nos 27 municípios da Zona da Mata e do Litoral Norte, apenas a Casal e a Verde Alagoas possuem outorga legal para operar poços e realizar a distribuição de água no sistema público de abastecimento em todo o perímetro urbano dos municípios. Além disso, a concessionária se diferencia por realizar o tratamento completo da água extraída, garantindo que ela atenda aos padrões de qualidade exigidos pelo Ministério da Saúde e pela Agência Nacional de Águas (ANA).
“A água subterrânea pode conter características de potabilidade, mas pode ter contaminantes invisíveis como coliformes fecais, nitrato, metais pesados e agrotóxicos. Sem tratamento, ela representa um risco silencioso à saúde. É por isso que todas as etapas do nosso processo – da captação à distribuição – seguem rigorosos controles de qualidade, para assegurar que a população receba água segura”, explica o diretor-presidente da Verde Alagoas, Alexandre Lopes.
A legislação vigente exige que qualquer uso de recursos hídricos – inclusive de poços artesianos – seja previamente autorizado por meio da outorga, que é a formalização da permissão de uso expedida pelos órgãos competentes. A medida visa não apenas proteger o meio ambiente, mas também garantir o acesso justo e equilibrado à água entre os diversos usuários. O descumprimento da lei pode resultar em multas, embargo da atividade e outras sanções administrativas, tanto para quem realiza a perfuração, como quem utiliza os respectivos poços.
A Verde Alagoas reforça a importância de que a população esteja atenta à procedência da água que consome e evite o uso de fontes não regularizadas. “Água tratada salva vidas e previne doenças. Nosso compromisso é garantir esse direito básico com responsabilidade e transparência”, conclui Alexandre Lopes.
Para saber mais sobre a atuação da Verde Alagoas e a qualidade da água fornecida, acesse www.verdealagoas.com.br ou entre em contato pelos canais de atendimento via WhatsApp ou ligação gratuita no 0800 941 0195.
Perfurar poços para extração de água subterrânea ou operá-los sem a devida outorga é uma infração ambiental de acordo com a Lei nº 5.965/97, que estabelece a Política Estadual de Recursos Hídricos em Alagoas. Essa prática, além de ilegal, compromete a gestão sustentável da água e representa um grave risco à saúde pública, sobretudo quando a água captada não passa por nenhum processo de tratamento e controle sanitário.
Apenas no estado de Alagoas, dezenas de poços são perfurados de forma irregular todos os anos, especialmente em áreas urbanas, onde a fiscalização é mais complexa. Entretanto, é fundamental destacar que, nos 27 municípios da Zona da Mata e do Litoral Norte, apenas a Casal e a Verde Alagoas possuem outorga legal para operar poços e realizar a distribuição de água no sistema público de abastecimento em todo o perímetro urbano dos municípios. Além disso, a concessionária se diferencia por realizar o tratamento completo da água extraída, garantindo que ela atenda aos padrões de qualidade exigidos pelo Ministério da Saúde e pela Agência Nacional de Águas (ANA).
“A água subterrânea pode conter características de potabilidade, mas pode ter contaminantes invisíveis como coliformes fecais, nitrato, metais pesados e agrotóxicos. Sem tratamento, ela representa um risco silencioso à saúde. É por isso que todas as etapas do nosso processo – da captação à distribuição – seguem rigorosos controles de qualidade, para assegurar que a população receba água segura”, explica o diretor-presidente da Verde Alagoas, Alexandre Lopes.
A legislação vigente exige que qualquer uso de recursos hídricos – inclusive de poços artesianos – seja previamente autorizado por meio da outorga, que é a formalização da permissão de uso expedida pelos órgãos competentes. A medida visa não apenas proteger o meio ambiente, mas também garantir o acesso justo e equilibrado à água entre os diversos usuários. O descumprimento da lei pode resultar em multas, embargo da atividade e outras sanções administrativas, tanto para quem realiza a perfuração, como quem utiliza os respectivos poços.
A Verde Alagoas reforça a importância de que a população esteja atenta à procedência da água que consome e evite o uso de fontes não regularizadas. “Água tratada salva vidas e previne doenças. Nosso compromisso é garantir esse direito básico com responsabilidade e transparência”, conclui Alexandre Lopes.
Para saber mais sobre a atuação da Verde Alagoas e a qualidade da água fornecida, acesse www.verdealagoas.com.br ou entre em contato pelos canais de atendimento via WhatsApp ou ligação gratuita no 0800 941 0195.